JSD contra raspadinha do Património que promove vício e atinge os mais pobres

No dia em que é oficialmente lançada a Lotaria do Património Cultural, a Juventude Social Democrata demonstra-se contra esta medida, “uma ideia penosa por promover o vício que atinge particularmente os mais pobres da nossa sociedade”, afirma Alexandre Poço, Presidente da JSD.

A JSD não entende esta medida numa altura em que cada vez mais portugueses estão a enfrentar uma dependência de jogo patológico e a procurar tratamento, com o Estado a promover estas práticas.

Para a Juventude Social Democrata, “o património deve ser valorizado, mas não se resolve com esta ideia de criar uma raspadinha que tem todos estes potenciais problemas associados”, diz Alexandre Poço.

Segundo um estudo realizado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, 80% dos jogadores de raspadinhas são de classes mais baixas. Para a JSD, trata-se de um dado que o Governo ignora, aproveitando-se de uma dependência que afeta os mais frágeis.

A Juventude Social Democrata entende que esta é mais uma medida errada da Ministra da Cultura, que continua sem resolver um único problema estrutural no domínio do setor cultural ou da recuperação do património.

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