JSD exige remunerações justas para jovens no Dia do Trabalhador

No Dia do Trabalhador, a JSD não esquece os jovens portugueses que diariamente se veem privados das mínimas condições laborais. Em particular, os jovens em estágio para acesso a uma ordem profissional que não são remunerados.
A JSD condena veementemente todas as formas de trabalho não remunerado. Uma visão humanista do trabalho e dos trabalhadores exige, por princípio, que todo o trabalho seja remunerado. Naturalmente que a remuneração deve variar em função das habilitações e das tarefas desempenhadas. Contudo, a inexistência de qualquer remuneração é gravemente atentatória dos direitos dos trabalhadores em geral, e dos jovens em particular, a uma justa remuneração do seu trabalho, consubstanciando uma forma de exploração que merece a nossa total discordância.
Para além disso, é perverso e desleal permitir que as empresas que utilizam trabalhadores não remunerados concorram lado a lado com àquelas que, respeitando a dignidade laboral, não recorrem.
A Juventude Social Democrata acompanha as preocupações dos estagiários portugueses que não auferem qualquer remuneração pelo seu trabalho e considera fundamental a adoção de políticas públicas, nomeadamente de foro legislativo, que acabem com este flagelo que assola a juventude portuguesa.
Para a JSD, é inadmissível que, ao fim de tantos anos, a ouvirmos falar em conquistas em matéria de direitos laborais, os jovens sejam permanentemente esquecidos e continuem a serem submetidos a formas de exploração laboral.
Os jovens portugueses estão cansados de ouvir o Governo apregoar o fim da precariedade, continuando diariamente a senti-la nas suas vidas. A JSD é a voz de uma juventude inconformada que vê o seu futuro permanentemente adiado. Não aceitamos mais desculpas. Não trabalhamos de borla!

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