Deputado Alexandre Poço, Presidente da JSD, encontra-se desde a madrugada de hoje, acompanhado pela sua direção nacional, acampado em frente ao Ministério da Ciência e do Ensino Superior. Exigindo saber onde estão as 2500 camas prometidas pelo Governo do Partido Socialista.

 

A Juventude Social Democrata decidiu realizar uma ação de protesto em frente ao Ministério da Ciência e Ensino Superior. A reivindicação da estrutura partidária de juventude do PSD prende-se com a falsa promessa do governo de neste ano lectivo – que agora começa – de serem disponibilizadas mais 2500 camas para estudantes universitários.

O Presidente da JSD e Deputado à Assembleia da República Alexandre Poço encontra-se desde as 00h00 de hoje acampado com uma pequena comitiva de dirigentes da JSD em frente ao Ministério tutelado por Manuel Heitor. A acção irá terminar pelas 10h00 com a entrega de uma carta ao Ministro.

Nesta carta, a JSD faz lembrar que: Apenas 32 camas das 64 realmente novas camas podem ser colocadas ao serviço dos estudantes. São números muito ambíguos em relação às 780 camas anunciadas como novas pelo seu Ministério, mas são ainda mais díspares se colocados em confronto com a promessa de 2 500 novas camas previstas para 2020 segundo o PNAES”. Ao que concluí: A concretização do PNAES tem sido um verdadeiro descalabro, com muita promessa, propaganda e engodo em torno da disponibilização de novas camas.”

Alexandre Poço, Presidente da JSD e Deputado à Assembleia da República, afirma que: “O Partido Socialista tem enganado os estudantes do ensino superior e esta situação tem que ter cobro já”. Ao que acrescenta: “o Governo e o Ministro Manuel Heitor estão a brincar com a vida e com o futuro de milhares jovens e de famílias, ainda por cima numa altura tão delicada como esta que vivemos”.

João Pedro Louro, Secretário Geral da JSD, frisa ainda a postura combativa que a jota terá relativamente a esta ação: “a JSD não irá descansar até obrigar o Governo a olhar para este tema com a dignidade que  ele merece, iremos até às últimas consequências”.