Com a Governação do Partido Socialista e do Primeiro Ministro António Costa, a Região Autónoma da Madeira tem sido completamente esquecida e por vezes colocada como uma Região que não pertence ao Estado Português.

Os deputados do PSD apresentaram, na Assembleia da República, várias soluções para o subsídio de mobilidade, para a ligação marítima entre a Região Autónoma da Madeira e Portugal Continental, a construção do novo Hospital, os passes Sub-23 entre outros assuntos importantes para a região e nenhum destes assuntos foi considerado relevante para a governação socialista e para o Primeiro Ministro António Costa.

Apesar desta apatia da governação socialista em todos os assuntos que dizem respeito à Região Autónoma da Madeira continuaremos a trabalhar para que o Governo da República assuma as suas responsabilidades com os madeiresnses e portossantenses.

Estes são momentos difíceis para os jovens da Região Autónoma da Madeira e estou ciente destas mesmas dificuldades e é por isso que defendo três áreas fundamentais: o passe Sub-23, a educação e a habitação/arrendamento.

Relativamente ao passe Sub-23 o Governo da República não inclui os jovens da Região Autónoma da Madeira e coube ao Governo Regional da Madeira ter essa responsabilidade. Este é um comportamento discriminatório e revela como os jovens madeirenses e portossantenses são considerados jovens de segunda pelo Governo da República.

Existem muitos jovens madeirenses e portossantenses que escolhem a Universidade da Madeira para ingressar no ensino superior ou para dar continuidade à sua formação académica e temos que garantir todas as condições para que estes tenham um ensino de excelência. Como tal, é necessário reforçar o apoio financeiro à Universidade da Madeira para que possa melhorar a oferta formativa já existente, alargar o seu âmbito e realizar parcerias com outras Universidades.

E por fim, todos os jovens, numa fase da sua vida, querem constituir família ou ter um espaço que seja só deles. As dificuldades em garantir um emprego com contrato a termo indeterminado são cada vez mais complicadas e isso impossibilita que o jovem não consiga um financiamento de uma instituição bancária e que este objetivo seja adiado. No entanto, o programa de arrendamento/habitação, a nível nacional (Porta 65), não satisfaz a realidade regional e por isso tem que ser defendido um programa específico para a realidade da Região Autónoma da Madeira.

Este é o desafio que abracei em prol de todos os jovens da Região Autónoma da Madeira defendendo sempre os soberanos direitos dos portugueses.

 

Teodósio Faria

Candidato da JSD pelo Círculo Eleitoral da Madeira